🎙️ Chat de voz NOVOComo jogarCasosPreçosBlogPerguntas frequentesJOGAR GRÁTIS →
Nossa história

Um jogo de detetive feito para dois

A maioria dos jogos de mistério é pensada para um jogador só. Você encara a tela sozinho, lê pistas, tira conclusões e depois assiste a uma cena dizer se acertou.

O trabalho de detetive de verdade nunca é solitário. São duas pessoas num quarto à meia-noite, jogando teorias uma para a outra, discutindo qual testemunha está mentindo, esticando barbante entre os alfinetes de um quadro de cortiça. Foi para essa sensação que criamos o jogo.

Como funciona

Um caso. Dois papéis — o detetive-chefe e o perfilador criminal —, cada um com acesso a provas diferentes. O detetive vê a cena do crime e a perícia. O perfilador vê os depoimentos dos suspeitos e as comunicações. Até vocês conversarem, nenhum dos dois tem o quadro completo.

Vocês se encontram no quadro de provas, ligam as conexões, debatem e fazem uma acusação conjunta. O quadro recebe nota acertando ou não.

O que é diferente

  • Dois jogadores de verdade. No mesmo aparelho ou em aparelhos diferentes — você escolhe. O chat de voz ao vivo já vem integrado.
  • Modo Só Voz. Escondam completamente o quadro um do outro. Resolvam o caso só com palavras.
  • Desafio diário. O mesmo caso para todos, todos os dias. Compare seu tempo e sua nota no ranking.
  • Casos rejogáveis. Muitos casos escondem uma reviravolta — resolva uma vez e, na próxima, o assassino pode mudar.
  • Cinco idiomas. O jogo inteiro e cada dossiê em inglês, espanhol, português, alemão e turco.
  • Sem anúncios. Sem rastreadores. Análise que respeita a privacidade, só com consentimento. Seus dados são seus.

Quem está por trás

Um desenvolvedor, nenhum estúdio. Feito à noite e nos fins de semana porque os jogos que queríamos jogar ainda não existiam. Se você tem um comentário, encontrou um bug ou só quer dar um oi: hello@murdermysteryfor2.com.

Pronto?

O caso do dia já está no ar. Resolva sozinho, com um amigo no mesmo sofá ou com alguém do outro lado do mundo.

JOGUE O CASO DE HOJE →